segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Neca/Saúde : ABCDE das pintas e Exposição ao sol


Já estamos no verão, que traz um astral e um estilo totalmente diferente e despojado de nos vestirmos. Nesta época do ano, precisamos nos atentar à algumas questões que sempre deixamos em segundo plano. No programa Bem Estar (http://g1.globo.com/bemestar ) do dia 10 de novembro, o tema foi pintas, manchas de pele e exposição solar.  Vou textificar pra vocês, em tópicos, o que foi dito.

ABCDE das pintas

  • A de Assimetria. Quanto mais homogênea no formato, relevo e cor, menos “perigosas” elas são.
  • B de Borda. Deve-se observar com frequência pintas que possuem uma interrupção abrupta no contorno da borda.
  • C de Cor. Pintas com mais de duas cores ou uma única cor muito escura/preta é indicado mostrar ao dermatologista.
  • D de Diâmetro. Pintas que têm mais de 6 milímetros de diâmetro precisam ser mostradas ao médico. A referência para o tamanho é a parte superior de uma lapiseira, aquela que apertamos para aumentar a ponta do grafite.
  • E de Evolução. Caso você perceba que sua pinta está mudando com o tempo, seja no contorno ou tamanho, consulte um dermatologista. Quando passamos da infância para a fase adulta, é normal as pintas crescerem juntamente com o nosso corpo.  Na fase adulta não é normal as pintas crescerem.
  • Existem aquelas pintas vermelhas que parecem pequenas bolhinhas de sangue, elas são normais.
  • Alguns locais chamados de partes de atrito (palmas das mãos, áreas genitais e plantas dos pés) que possuírem pintas, precisam ser acompanhados com ainda mais cautela.
  • As pintas classificadas como PLANAS, são aquelas sem relevo (fique de olho nas pretinhas). As pintas ALTAS, tendem a ficar cada vez mais altas com o passar dos anos e geralmente não apresentam riscos (desde que não cresçam para os lados).
  • Manchinhas tipo sardas nos braços e no colo, que geralmente acreditamos ser manchas de idade, na verdade, são manchas consequentes da exposição ao sol.
Pinta perigosa
Manchas tipo sarda
                              
Exposição ao sol
  • Até os 20 anos de idade, somos expostos a 80% do sol que poderá trazer problemas futuros para a saúde. Isto ocorre pois, até esta idade, as nossas células se proliferam com mais rapidez e as alterações que elas sofrem neste período são mais influenciadas pela incidência solar.
  • Quanto mais próximos estivermos da linha do Equador, maior é o grau de radiação e incidência dos raios ultravioletas. Assim, no Brasil, quanto mais para cima do mapa, maior a incidência de radiação.
  • O uso do protetor solar FPS 30 é indispensável. Estando na praia ou na piscina, dê preferência ao guarda-sol de lona, pois, o de nylon não protege dos raios UVA e UVB. Lembrando que a areia e a água também refletem este raios, evite ficar exposto das 10 da manhã às 4 da tarde.
Em alguns casos, os médicos orientam seus pacientes à extrair as pintas que poderão, futuramente,  virar um câncer de pele. Isto aconteceu comigo então e o procedimento é bem tranquilo. Muitas vezes não damos atenção aos sinais do nosso corpo, e este tipo de informação nos ajuda no auto-exame. Apesar destas informações terem sido fornecidas por médicos, a visita pessoal ao dermatologista é fundamental. Só o especialista poderá dizer qual é o tipo de produto ideal para o seu tipo de pele, estilo de vida, etc.

Bjs e até o próximo post!

Neca por Laís Prado


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